Há um sítio, uma pradaria.
Uma pradaria com a maior multiplicidade de flores e cores, onde o sol é escaldante e o céu muito azul.
Uma pradaria com relva fresca, daquelas pradarias onde tu gostas de caminhar descalço.
Nessa pradaria há um salgueiro.
Um salgueiro muito velho e muito grande, mas sempre muito bonito, com o seu verde e as suas folhas caídas.
Salgueiro este onde, nos dias de muito calor, te sentas na sombra e lês um livro. Às vezes levas uma guitarra.
Sentes-te protegido lá? Eu sim.
Perto (pertíssimo!) desse salgueiro, há um rio.
Um rio de um verde esmeralda, brilhante e calmo.
Rio este onde, quando a sombra do salgueiro já não chega, refrescas-te nas águas límpidas e brilhantes daquela dádiva das montanhas.
Eu sei que gostas muito desse sítio.
Eu também.
E muitas vezes te vi lá: parecias um anjo. Tão natural, tão puro...!
Mas.
Os dias de sol brilhante acabaram.
A pradaria já não tem flores, e é só de uma cor, morta. O céu é agora cinzento, as águas são escuras e inseguras, o salgueiro já não tem cor, já não protege.
Pudera.
Foste embora.
A tua pose angelical e o teu ser divinal abandonaram a pradaria, abandonaram-me a mim.
Agora não sei onde estás.
Sei, porém, que, onde quer que estejas, o teu ar angelical está a dar vida a um outro sítio.
Sei, também, que vais voltar.
E eu vou, ingenuamente, esperar-te debaixo do salgueiro, esperar que chegues e voltes a tornar o sítio puro, mais uma vez.
Porque sei que vais voltar.
E eu...
Eu vou voltar a ser feliz.
Uma pradaria com a maior multiplicidade de flores e cores, onde o sol é escaldante e o céu muito azul.
Uma pradaria com relva fresca, daquelas pradarias onde tu gostas de caminhar descalço.
Nessa pradaria há um salgueiro.
Um salgueiro muito velho e muito grande, mas sempre muito bonito, com o seu verde e as suas folhas caídas.
Salgueiro este onde, nos dias de muito calor, te sentas na sombra e lês um livro. Às vezes levas uma guitarra.
Sentes-te protegido lá? Eu sim.
Perto (pertíssimo!) desse salgueiro, há um rio.
Um rio de um verde esmeralda, brilhante e calmo.
Rio este onde, quando a sombra do salgueiro já não chega, refrescas-te nas águas límpidas e brilhantes daquela dádiva das montanhas.
Eu sei que gostas muito desse sítio.
Eu também.
E muitas vezes te vi lá: parecias um anjo. Tão natural, tão puro...!
Mas.
Os dias de sol brilhante acabaram.
A pradaria já não tem flores, e é só de uma cor, morta. O céu é agora cinzento, as águas são escuras e inseguras, o salgueiro já não tem cor, já não protege.
Pudera.
Foste embora.
A tua pose angelical e o teu ser divinal abandonaram a pradaria, abandonaram-me a mim.
Agora não sei onde estás.
Sei, porém, que, onde quer que estejas, o teu ar angelical está a dar vida a um outro sítio.
Sei, também, que vais voltar.
E eu vou, ingenuamente, esperar-te debaixo do salgueiro, esperar que chegues e voltes a tornar o sítio puro, mais uma vez.
Porque sei que vais voltar.
E eu...
Eu vou voltar a ser feliz.
Sem comentários:
Enviar um comentário